Uma pergunta muito frequente é “quando devo trocar o óleo do meu carro?”, pois essa é uma precaução a ser considerada, uma vez que o lubrificante transforma suas propriedades com o passar do tempo, não assegurando mais a proteção adequada para as peças do motor e o desempenho ideal do seu carro. A lubrificação errada, no entanto, pode significar a redução da performance do automóvel, o aumento no consumo de combustível e até mesmo a fundição do motor.

É primordial, portanto, ficar ligado e, considerar os prazos por quilometragem e o tempo de uso para fazer sua devida troca, no momento certo. É sugerido sempre que possível examinar o nível do óleo quando for abastecer seu carro, sempre antes aguardando alguns minutos com o motor desligado em terreno plano. A maioria das pessoas, no entanto, faz a troca apenas de acordo com a quilometragem, o que algumas vezes pode não funcionar. Alguns outros fatores também influenciam o momento da troca, fique alerta amigo!

Para os carros que rodam pouco, ou seja, que não estão sempre no trânsito, e não estão expostos às altas variações de temperatura, a troca de óleo pode ser feita entre 10 mil e 15 mil quilômetros com lubrificante sintético ou anualmente. Nesse caso, se você seguir as revisões corretamente, já fará a troca de óleo quando você levar seu carro.

Para os carros que rodam muito, ou seja, utilizados diariamente, aí já é outra história, porque você com certeza enfrenta mudanças de temperaturas mais bruscas, e passa mais horas no trânsito, exigindo mais do motor. Nesse caso, é recomendado fazer a troca a cada 5 ou 7 mil quilômetros, o que equivale praticamente a um semestre.

Os dois tipos mais usados de óleo são:

  • Óleo semissintético

É o óleo que mistura a base sintética com a mineral, recomendado para motores mais potentes. Esse tipo de lubrificante causa menos carbonização interna no motor, ou seja, quando a queima do combustível não é completa, parte do carbono não queimado se acumula nas válvulas, pistões e câmaras.

O óleo semissintético ajuda a amenizar o atrito entre as peças internas do motor, principalmente durante a partida, quando a maior parte do óleo ainda está no reservatório. A troca é recomendada pela maioria dos fabricantes a cada 8 mil KM

  • Óleo sintético

Os óleos sintéticos têm um custo mais alto por serem produzidos artificialmente. Eles mantêm a viscosidade constante, independente da temperatura do motor, evitando sua carbonização. São indicados para carros esportivos e a troca é recomendada a cada 20 mil KM.

 

Há diferentes tipos de óleo no mercado, classificados tecnicamente, podendo ser de origem mineral ou sintética. Para descobrir qual o melhor lubrificante para o seu carro, consulte o manual do seu veículo.

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